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Notícias de Manaus

Estados da Amazônia

Amazonas
Cocaína lidera apreensões de drogas no Porto de Manaus
A maconha aparece em segundo lugar com 72,54 quilos apreendidos
Rondônia
Obra da ponte sobre o Rio Madeira contraria determinação do TCU
O TCU determinou a suspensão de recursos para a obra da ponte

Pará
PA tem metade das dez cidades com maior desmatamento na Amazônia
Maior município do Brasil, Altamira (PA) foi o que mais desmatou no mês

Abertura oficial do 2º Festival de Dança é hoje no Teatro Amazonas
Portal Amazônia
MANAUS – A abertura oficial do 2° Festival Amazonas de Dança- FAD, terá a sua abertura oficial hoje (08), às 19h, no Teatro Amazonas, com um solo da ...
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Batalhão Ambiental apreende quelônios em barco de Barcelos
D24am.com
[ i ] Quelônios foram apreendidos pelo Batalhão Ambiental em um barco que ia de Barcelos para Manaus. Foto: Sandro Pereira Manaus - Uma equipe do Batalhão ...
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Licitação de monotrilho em Manaus para Copa é parada
Estadão
A abertura do processo de licitação para a construção do monotrilho de Manaus foi suspensa, nesta segunda-feira, pela quinta vez. ...
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Zona Franca de Manaus: 1º semestre entra para a história
O Globo (Blogue)
O primeiro semestre deste ano já entrou para a história da Zona Franca de Manaus. Os números acabaram de sair e impressionam: de janeiro a junho deste ano, ...
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Prefeitura de Manaus (AM) prorroga período de inscrições para ...
Correio Braziliense
A Prefeitura Municipal de Manaus, no Amazonas, prorrogou o período de inscrições do concurso que oferece 1.645 vagas para cadastro reserva nas áreas de ...
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Belo e Cláudia Leitte fazem dueto no lançamento do Samba Manaus 2010
Portal Amazônia
MANAUS – O show que marcou o lançamento oficial do Samba Manaus 2010, na noite do último sábado (7), foi aprovado pelo público. Mais de seis mil pessoas se ...
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Portal Amazônia
Aeronave faz pouso em Avenida movimentada e assusta motoristas em ...
Portal Amazônia
MANAUS - Um helicóptero no canteiro central da Avenida Torquato Tapajós, zona Oeste de Manaus, surpreendeu os motoristas que trafegavam pela via no final da ...
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Portal Amazônia
Audiência pública discute serviço de telefonia móvel em Manaus
Portal Amazônia
MANAUS- Representantes das empresas de telefonia móvel serão ouvidas hoje, às 15h, em audiência pública na Câmara Municipal de Manaus (CMM) para discutir as ...
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Portal Amazônia
Manaus registra dez mortes no último fim de semana
Portal Amazônia
MANAUS – Sete homicídios marcaram o fim de semana em Manaus. Segundo a Polícia Civil, os crimes foram praticados entre as primeiras horas do último sábado e ...
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Portal Amazônia
Atraso em obra encarece conta de energia em R$ 1 bi
Estadão
O Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, construído pela Petrobras, pode ser a grande alternativa da região para se livrar dos combustíveis caros e poluentes e, ...
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Projeto estende meia-entrada aos professores e aposentados em Manaus
Portal Amazônia
MANAUS- O plenário da Câmara Municipal de Manaus aprovou nesta segunda-feira (09) parecer favorável da Comissão de Turismo, Comércio e Indústria ao projeto ...
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Portal Amazônia
Espaço da Cidadania Ambiental promove ciclo de atividades em Manaus
Portal Amazonia
MANAUS - Inaugurado há menos de um mês, fruto de uma parceria entre o Manauara Shopping eo Poder Judiciário, o Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), ...
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Cocaína lidera apreensões de drogas no Porto de Manaus
Portal Amazônia
MANAUS – A cocaína é a droga que lidera o ranking de apreensões de substâncias entorpecentes no porto de Manaus. No ano passado, 113,09 quilos da droga ...
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Portal Amazônia
12:54 h Amazonas tem 30% dos inscritos em toda a Região Norte para ...
D24am.com
A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) vai adotar o exame para preenchimento de 50% das 3.564 vagas que a instituição disponibilizará para Manaus, ...
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Corpo de Wallace Souza chega a Manaus nesta quarta-feira
Portal Amazônia
MANANUS – Corpo de Wallace Souza deve chegar a Manaus por volta das 13h30 desta quarta-feira (28), segundo informou familiares do ex-parlamentar. ...
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Portal Amazônia
19:55 h Linhão Tucuruí-Manaus sairá em breve, segundo a EPE
D24am.com
A linha de transmissão de energia elétrica Tucuruí-Macapá-Manaus, que ligará Manaus ao Sistema Interligado Nacional (SIN), deve sair em um futuro próximo, ...
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Prefeitura ameaça apreender máquinas da Cigás em Manaus
Portal Amazônia
MANAUS – A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) ameaça apreender o maquinário utilizado pela Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) nas obras de ...
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Portal Amazônia
Lei proíbe venda de "pulseiras do sexo" em Manaus
Portal Amazônia
MANAUS: A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou ontem (26) por unanimidade, uma lei com o mesmo teor da portaria 001/2010 assinada pelo juiz da infância ...
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Portal Amazônia
Manaus sem esquema para conter invasões
D24am.com
[ i ] Invasões em Manaus costumam aumentar na época das eleições. Foto: Raimundo Valentim Manaus - A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e ...
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Assaltantes levam computadores da Semasdh em Manaus
Portal Amazônia
MANAUS- O prédio onde funciona o cadastramento de beneficiários do Programa Bolsa Família (PBF) foi invadido neste fim de semana por assaltantes que levaram ...
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Portal Amazônia
Quarteto de Brasília faz show gratuito em Manaus nesta sexta
D24am.com
... o Projeto Sonora Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc) promove em Manaus o concerto do Quarteto de Brasília, na próxima sexta-feira, 30 de julho. ...
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Falta de licença ambiental atrasa obras de linhas de transmissão
O Globo
Essa linha é fundamental para levar energia de origem hídrica à Manaus e Macapá para substituir a energia gerada por térmicas a óleo. ...
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Donos de flutuantes resistem em deixar orla de Manaus
Portal Amazônia
MANAUS – Donos de flutuantes notificados para deixarem a orla do Rio Negro desafiam o cumprimento da sentença da Vara Especializada de Meio Ambiente e ...
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Em entrevista do dirigente ao programa ‘Bem Amigos‘, do canal por assinatura Sportv, o presidente da CBF afirmou que Mato Grosso e Manaus não foram escolhas técnicas.
As escolhas de Manaus e Cuiabá como sedes da Copa do Mundo 2014 ainda continuam dando muito pano pra manga. Depois de superarem cidades onde o futebol e as cidades possuem muito mais estrutura, como Goiânia e Florianópolis, as escolhidas, respectivamente do Norte e Centro-Oeste, terão que conviver com uma frase dita por Ricardo Teixeira, durante entrevista do dirigente ao programa ‘Bem Amigos‘, do canal por assinatura Sportv.
"Com exceção a Mato Grosso e Manaus, que não foram escolhas técnicas, eles queriam a Copa com uma sede no Amazonas e outra no Pantanal, todas as outras cidades sedes precisavam de novos estádios. O Mineirão, por exemplo, não tinha as mínimas condições de sediar uma Copa do Mundo".
A frase é do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira e foi dita nesta segunda-feira, em Johanesburgo, na África do Sul.
Respondendo a um questionamento do narrador Galvão Bueno, sobre a beleza dos estádios brasileiros para 2014, em comparação com as belíssimas praças sul-africanas, o mandatário da CBF foi colocado numa saia justa e tentou justificar, mas a emenda terminou pior que o soneto.
"Eles (FIFA) e o Mundo pediam uma sede na Amazônia e outra no Pantanal de Mato Grosso", disse, interrompido por Galvão Bueno, que tentou emendar: "Digamos que foi uma escolha geopolítica", indicou. Ricardo Teixeira abriu os braços, e, num sorriso amarelo, gestionou, tipo: "fazer o quê?".

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Pesquisadora Ilsa Valois, do Núcleo Interdisciplinar de Energia, Meio Ambiente e Água (NIEMA), fará palestra cujo titulo é “Poluição do Ar e Energia”, será nesta quinta-feira, 8, às 17h, no Museu da Amazônia (Musa).
Os impactos dos gases poluentes na atmosfera urbana na cidade de Manaus, cuja principal fonte de energia é a termelétrica, serão apresentados pela pesquisadora Ilsa Valois, do Núcleo Interdisciplinar de Energia, Meio Ambiente e Água (NIEMA). A palestra, cujo titulo é “Poluição do Ar e Energia”, será nesta quinta-feira, 8, às 17h, no Museu da Amazônia (Musa).
De acordo com a assessoria do Musa, serão abordados os fenômenos físicos e químicos que interferem no clima local e aceleram os efeitos do aumento da concentração de alguns componentes e de poluentes secundários. Eles são conseqüência da atividade antrópica, bem como da poluição térmica e das reações químicas responsáveis pela destruição da camada de ozônio na estratosfera.
Pesquisas apontam para a necessidade de um monitoramento efetivo da qualidade do ar de Manaus. Os dados são provenientes de pesquisas realizadas pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Estudo semelhante é feito para a capital paulista, por institutos como o de Física (Ifusp) e o de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), e a Faculdade de Medicina, da Universidade de São Paulo (USP).
O Musa informa que a palestra é gratuita e aberta ao público em geral.

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Uma pesquisadora do curso Biotecnologia e Recursos Naturais da Amazônia, ministrado em Parintins, a 325 quilômetros de Manaus, estuda fungos capazes de degradar garrafas PET. O projeto de dissertação tem como título “Avaliação do Potencial de Fungos Coletados na Região do Médio Amazonas para Degradação de Polímeros Sintéticos Industriais".
De acordo com a mestranda Elaine Pires, a primeira excursão para a coleta de fungos já foi realizada e outras deverão acontecer ainda neste segundo semestre. Os primeiros resultados sobre otimização de crescimento e atividade enzimática leva a crer, segundo a aluna, que na avaliação inicial alguns fungos serão capazes de degradar garrafas PET, por exemplo.
O projeto tem a participação da bolsista do Programa de Apoio à Iniciação Científica (PAIC), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Aldenize Viana, que é aluna do curso de Biologia do Centro de Estudos Superiores de Parintins.
A aluna vai participar da primeira parte da pesquisa, na avaliação da degradação de garrafa PET, através da análise qualitativa do crescimento, determinação da perda de massa e realizar controle abiótico e biótico.
Segundo Elaine, a coordenação do Programa de Pós-Graduação em Parintins está viabilizando sua ida a Centros de Pesquisa no Brasil que disponham de microscópio eletrônico de varredura para análise da degradação do polímero.


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BARREIRINHA - Por iniciativa da Paróquia de Barreirinha (a 328 quilômetros de Manaus) e Comissão Pastoral da Terra da Arquidiocese de Manaus (CPT),  foi realizado um seminário com os trabalhadores de oito comunidades rurais que lutam pela posse da terra, da região do Paraná do Massauary e rio Andirá.
O objetivo foi para esclarecer aos trabalhadores da região quais providencias a CPT da Arquidiocese Manaus tomou para tentar resolver o conflito. Depois de um dia de discussão no distrito do Ariaú no rio Andirá, os trabalhadores rurais optaram e dar entrada no ministério do meio ambiente para a criação de uma reserva extrativista, como forma de garantir a terra e o território das comunidades, onde a Resex vai garantir ainda, a reprodução social, cultural e sua forma de viver.
- A criação da reserva é o reconhecimento de que essas populações tradicionais elas podem continuar vivendo aqui, com a sua forma tradicional de viver. Utilizado os recursos que eles tão bem já preservaram e que a floresta tão rica em lhes dá, disse a representante do CPT, Auriédia Marques.

Compromisso

Os representantes das entidades como Sindicato e Paróquia de Barreirinha, esperam que a escolha da criação da Resex,  feita pelos trabalhadores possa dar tranquilidade as populações do município.
- Acredito que estão escolhendo bem eu fico contente porque tivemos a reposta do povo. A igreja na história sempre assumiu este compromisso com os pobres aqueles que eram espezinhados, faz parte da cultura da fé da igreja assumir isto, destacou o padre de Barreirinha Pedro Belcredi.
- A reserva extrativista é a saída pra cada agricultor que cabe seu lote permanecer sobrevivendo da existência da produção cultivando sempre a sua cultura desde o momento em que começou a sua vida no interior ate data de agora, enfatizou o presidente do sindicato dos trabalhadores rurais de Barreirinha, Francisco Andrade.
O abaixo assinado pelos trabalhadores vai ser dado entrada no Instituto Chico Mendes de biodiversidade em Manaus como primeiro passo para a criação da reserva extrativista.

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2ª Pedala Manaus! na Semana do Meio Ambiente 2010

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMMAS), em parceria com o Pedala Manaus e a Federação de Ciclismo Amazonense (FCA), está promovendo a '2a. Pedalada Ambiental da Semana do Meio Ambiente | 2010'. O passeio vai acontecer em Manaus no dia 6 de junho (domingo). Prepare sua bicicleta e venha pedalar com a gente!
A ideia do passeio é reunir pessoas para pedalar pela cidade em defesa do uso da bicicleta como o meio de transporte mais sustentável do planeta. Quem usa a bicicleta está investindo em saúde, contribuindo para reduzir a poluição do ar e a emissão de ruídos. Como a bicicleta ocupa menos espaço que os carros, quem pedala ajuda também a melhorar o trânsito. Porém, como a cidade hoje não oferece condições adequadas para circulação com bicicleta, reunir o maior número de pessoas no passeio é um modo de orientar o governo e a prefeitura na busca de soluções para atender essa demanda da sociedade pela construção de ciclovias e ciclofaixas em todos os bairros da cidade.

Programação da Pedalada Ambiental

As atividades terão início no Jardim Botânico às 8h, onde os participantes se reunirão para pedalar em direção ao Parque do Mindu. O percurso todo tem 16,5 km e o passeio deve durar aproximadamente uma hora. A chegada do passeio vai ser no Parque do Mindu, onde vai haver sorteio de prêmios e uma mesa-redonda para discutir a questão da mobilidade urbana por meio do uso da bicicleta.
A partida do Jardim Botânico está prevista para as 9h, mas quem não puder ir até lá, poderá se juntar ao comboio ao longo do percurso em um dos 4 pontos de encontro listados abaixo (veja os locais e horários mais adequados para você):
9h15 - Bola do Produtor
9h25 - Shopping Grande Circular
9h30 - Praça do Conjunto Colina do Aleixo
9h40 - Praça da Igreja do Conjunto Tiradentes

Embora o percurso possa parecer extenso, a pedalada vai ser bastante tranquila, pois o caminho segue a maior parte do tempo pela bacia do igarapé do Mindu, que nasce próximo ao Jardim Botânico e desagua no Rio Negro. Isso garante que ao longo do percurso existam poucas subidas, porque assim como a água do igarapé, vamos descendo sem fazer muito esforço. Esse percurso foi baseado no trabalho de Tahisa Kuck, que fez um projeto piloto sobre uma ciclovia em Manaus. Isso tem extrema importância para a cidade, pois é possível que os governantes conciliem a construção de ciclovias com a revitalização das margens dos igarapés.

Para mais informações, ligue para 3308-0828 ou escreva para pedalamanaus@gmail.com.

Inscreva-se já e concorra a prêmios!
Escolha uma das opções abaixo que seja melhor para você:
  • Por telefone - 3582-2245 (das 8 às 17h) ou 3308-0828 (24h)
  • Pontos de inscrição - Jardim Botânico, Parque do Mindu, SEMMAS e Office Bike

Sobre a mesa-redonda - "Mobilidade urbana com a bicicleta: o panorama em Manaus"
No final da pedalada, vai acontecer um debate com representantes da prefeitura (secretarias do meio ambiente, transporte/trânsito, esportes, saúde e infra-estrutura), do movimento ambiental em Manaus (Inpa, Idesam, Ulbra e UEA) e dos ciclistas (Federação de Ciclismo Amazonense e Pedala Manaus) para discutir a questão da mobilidade urbana por meio do uso da bicicleta. Diversas cidades do mundo, como Paris, Bogotá, Copenhague, Rio de Janeiro, São Paulo e Barcelona, vêm transformando sua estrutura urbana para favorecer o uso da bicicleta como alternativa de transporte, e essa discussão é extremamente oportuna para a sociedade manauara. Venha participar, o debate vai ser aberto para que as pessoas na platéia possam fazer perguntas, opinar e sugerir melhorias para modernizar a cidade.

Apoio
Inpa | Idesam | MUSA | ULBRA | UEA | IMTT | SOS Encontro das Águas | Espaço Cultural Muiraquitã | Office Bike | Rede Amazônica


Para saber mais:

# Blog Pedala Manaus!

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) é, ao lado de Antonio Carlos Gomes (1936-1896), um dos maiores nomes da música erudita brasileira. Entre as suas quase mil obras está a ópera literária em três atos “Yerma”, com libreto do próprio compositor, inspirado na tragédia homônima do poeta e dramaturgo espanhol Federico Garcia Lorca (1898-1936).
“Yerma” foi composta entre os anos 1955 e 1958 e seu libreto foi inspirado no texto de 1934 do escritor espanhol. No mundo inteiro, a obra foi montada apenas cinco vezes. Com a produção do 14º Festival Amazonas de Ópera (FAO), será a sexta vez que a ópera será encenada. A avant-première mundial foi realizada pela Santa Fe Opera, na cidade homônima, no Novo México, nos Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1971.
A única montagem brasileira da ópera, até então, foi realizada em 1983, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A última remontagem aconteceu no ano passado, no dia 23 de novembro, no Hotel dês Invalides, em Paris, em homenagem a passagem dos 50 anos de falecimento do artista.
“Esta será a primeira vez que ‘Yerma’ será encenada integralmente no Brasil”, frisa o diretor musical Marcelo de Jesus, que irá reger a orquestra Amazonas Filarmônica. “Os ensaios musicais iniciaram em fevereiro, e os cênicos há uma semana”, conta. Apesar de Villa-Lobos ter se notabilizado por introduzir temas nacionais nas suas composições, este não é o caso de “Yerma”. “Não há nenhuma referencia nacional porque a ópera é inspirada em uma obra espanhola”.
A trama central gira em torno da personagem Yerma, que deseja ter um filho, mas encontra a resistência de seu esposo, Juan, que, embora diga que a ame, afirma que não terá filhos com ela. O desejo da maternidade torna-se uma obsessão para Yerma, que se envolve com outro homem, Victor. O triângulo amoroso é descoberto e leva a um trágico desfecho: Yerma estrangula o marido.

Produção local

De acordo com o secretário estadual de Cultura, Robério Braga, Manaus tornou-se um pólo operístico, capaz de produzir suas próprias montagens, sem ter de depender do eixo Rio-São Paulo. O secretário destaca que a Central Técnica de Produção (CTP), criada a partir do primeiro FAO, 25 óperas prontas para serem montadas a qualquer momento.
Ele destaca o fato de o Amazonas necessitar cada vez menos de profissionais de outros estados para a montagem dos espetáculos, pois, segundo ele, uma geração de talentos foi formada ao longo dos anos de realização do evento, como a diretora artística do Corpo de Dança do Amazonas (CDA), Monique Andrade, responsável pela criação coreográfica de “Yerma”. Monique e os 16 membros do CDA iniciaram os ensaios em março, trabalhando de segunda a sábado, de 9h às 16h, no Ideal Clube.


O maior expoente do nacionalismo musical


Heitor Villa-Lobos nasceu em 5 de março de 1887, no Rio de Janeiro, e faleceu, vítima de câncer, em 17 de novembro de 1959, na mesma cidade. Ele compôs cerca de mil obras musicais e se destacou por ter reformulado o conceito brasileiro de nacionalismo musical, ao utilizar temas folclóricos e tradicionais nas suas composições, e por inseri-las no repertório erudito internacional.
Villa-Lobos cresceu em contato com a música, em especial pelo fato de seu pai, Raul, ser músico, e que o incentivou a aprender clarinete e violoncelo. Além disso, o pai costumava receber vários artistas importantes da música em sua casa. Uma de suas tias apresentou-lhe as obras de Bach, que, futuramente, iriam influenciá-lo a compor as “Bachianas Brasileiras”. Villa-Lobos também foi casado com uma pianista, Lucília Guimarães.
Desde a infância, Villa-Lobos travou contato com a cultura popular musical brasileira, ouvindo modas caipiras, cantigas de roda, canções de seresteiros e música afrobrasileira, pois morou em cidades interioranas do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Já adulto, empreendeu viagens por várias cidades do país, realizando pesquisas musicais, recolhendo temas que, posteriormente, foram utilizados em suas obras.
A sua estreia como compositor foi em 1915. Porém, a sua projeção internacional se deu somente a partir de 1944, quando foi convidado pelo maestro norte-americano Werner Janssen para a sua primeira turnê nos Estados Unidos, que foi seguida de diversas apresentações nos anos seguintes, e que lhe abriu as portas para o circuito erudito da Europa.

Ópera terá três récitas

A avant-première de “Yerma” será no dia 23 (sexta-feira), às 20h, no Teatro Amazonas (Largo de São Sebastião, s/nº, Centro, Zona Sul), na 14ª edição do Festival Amazonas de Ópera (FAO). As demais récitas serão apresentadas no próximo domingo (25/04), às 19h, e no dia 30 (sexta-feira), às 20h.
Os ingressos da estreia custam, no setor Laranja, R$ 80 (plateia, frisa e 1º pavimento) e R$ 70 (2º pavimento); no setor Amarelo, R$ 60 (plateia), R$ 50 (frisas), R$ 55 (1º pavimento) e R$ 45 (2º e 3º pavimentos); e no setor Roxo, R$ 20 (1º pavimento), R$ 10 (2º e 3º pavimentos) e R$ 5 (camarotes extras do 1º e 2º pavimentos).
Para as demais récitas, os ingressos custam, no setor Laranja, R$ 70 (plateia, frisas e 1º pavimento) e R$ 60 (2º pavimento); no setor Amarelo, R$ 55 (plateia), R$ 45 (frisas e 1º pavimento), R$ 40 (2º pavimento) e R$ 35 (3º pavimento); no setor Roxo, R$ 10 (1º pavimento) e R$ 5 (2º e 3º pavimentos e camarotes extras do 1º e 2º pavimentos).
Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, a partir de 9h, e na loja BestSeat, no Millennium Shopping, a partir de 10h. 


Outras informações podem ser obtidas por meio dos telefones:
(92) 3232-1768 e 8243-2881.

via Em Tempo

 
07/04/2010
Quando: quinta-feira, 8 de abril, às 15h
Onde: Sala Multimídia, 5º andar, Edifício sede do MMA, Esplanada dos Ministérios, Bloco B, Brasília
Serão anunciados nesta quinta-feira, 8 de abril, os dados do sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) relativos aos índices de desmatamento na Amazônia nos meses de dezembro de 2009 a fevereiro de 2010. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, vai comentar a queda do desmate em relação ao mesmo período do ano anterior.
O sistema Deter é de responsabilidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que envia a cada 15 dias informações para as equipes de fiscalização do Ibama.
 (...)

Municípios amazônicos deixam lista de maiores desmatadores


Depois de Paragominas, no estado do Pará, outros 22 municípios que fazem parte do arco do desmatamento estão prontos para deixar a lista dos maiores desmatadores da Floresta Amazônica, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, nesta quinta-feira (08/04), durante coletiva de imprensa, em Brasília, onde comentou a redução de 51% do desmatamento da Amazônia de agosto de 2009 a fevereiro de 2010, comparado ao mesmo período do ano anterior.
A ministra explicou que para tanto, basta que esses municípios realizem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) em pelo menos 80% do território. Para fazer o cadastro, o proprietário deve fazer o georreferenciamento da área definindo sua Reserva Legal e as Áreas de Proteção Permanente (APPs).
Sobre a redução do desmatamento, a ministra Izabella creditou os números ao "planejamento adequado" realizado pelos órgãos envolvidos no combate ao desmatamento. Ela ressaltou também as ações do mutirão Arco Verde Terra Legal que leva alternativas econômicas e sociais sustentáveis e viabiliza a realização do Cadastro Ambiental Rural. "Esse é o passo mais importante para a regularização ambiental das propriedades rurais e assegura o trabalho da agricultura e a proteção do meio ambiente", ressaltou.
A ministra ainda destacou a melhoria da atuação das ações de comando e controle, a participação da sociedade civil nos debates sobre políticas públicas e o corte de crédito públicos aos responsáveis pela destruição da florestas. "Se sair da lista garante crédito público", explicou Teixeira sobre as parcerias do MMA com bancos para só financiar projetos com compromissos com a sustentabilidade.
Depois de cerca de 10 meses da implementação do Mutirão Arco Verde Terra Legal na região, as ações desenvolvidas nos municípios alvo já mostram resultados. Por exemplo, dos 43 municípios que compõem lista dos maiores desmatadores da Amazônia, 12 deles registraram queda superior a 80% do desmatamento de 2008; 18 tiveram queda no desmatamento entre 54 e 80% e apenas um registrou aumento de 34% no desmatamento em 2009.

Dados do desmatamento

Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontou um queda de 51% no desmatamento da Amazônia nos meses de agosto a fevereiro (2009/10) se comparado ao mesmo período anterior. Foi desmatada uma área 1352 km², contra 2781 km² no período anterior.
Também foram detectados pelo Inpe 23 km² de desmatamento na floresta Amazônica em janeiro, com 69% da área sob cobertura de nuvens. Esse número representa uma redução de 90% se comparado ao mesmo mês do ano passado, quando a floresta teve 222 km² de sua área desmatada, com cobertura de nuvem pouco maior, em 76% da floresta.
Já em fevereiro, o desmatamento da Amazônia foi de 185 km², com pouco mais da metade da área coberta por nuvens (57%). No ano passado, neste mês, foi registrado um desmatamento de 143 km², o que mostra um aumento de 29% de floresta derrubada. No entanto, a visibilidade do satélite do Deter estava prejudicada com a presença de nuvem em 80% da região.
"Essa é a redução do desmatamento sobre o menor número registrado", salientou a ministra. No final do ano passado, o Governo Federal divulgou o menor desmatamento da floresta amazônica brasileira, registrado nos últimos 21 anos, desde o início do monitoramento. No período de agosto de 2008 a julho de 2009, foram desmatados 7 mil km². Não há dados do mês de dezembro porque toda a área estava coberta por nuvens.
A ministra Izabella Teixeira disse que em abril os órgãos envolvidos no combate ao desmatamento vão se reunir em Brasília para avaliar os números do desmatamento de 2009. Os debates serão voltados para quatro eixos: números e fiscalização do desmatamento em unidades de conservação; assentamentos rurais; políticas públicas; e o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que tem a meta de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80%, até 2020. A ministra acredita que o Brasil vai atingir essa meta antes do prazo firmado pelo Brasil na Convenção do Clima, em Copenhague.

08/04/2010
por Carlos Américo e Suelene Gusmão


fonte: MMA Gov
 

Documentos em pdf

- Dados do desmatamento da Amazônia em Janeiro de 2010

- Dados do desmatamento da Amazônia em Fevereiro de 2010

- Arquivo apresentado na coletiva

Acidente provocado por motores de barcos já vitimou mais de 1,4 mil mulheres em toda a região. Lei federal protege vítimas

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O mês de abril ficará marcado no Amapá ações estratégicas em favor da população: as campanhas de prevenção aos acidentes por escalpelamento e a instalação da proteção no eixo e volante das embarcações. Essas iniciativas são resultado da Lei nº 11.970/09, de autoria da deputada Janete Capiberibe (PSB-AP).  Inicialmente, a campanha será concentrada em Macapá e Santana, mas a deputada pediu à Marinha para estendê-la para outros municípios amapaenses. No mês de março, a campanha foi realizada nas cidades de Belém e Breves, no Pará.

O escalpelamento é provocado pelo eixo do motor de pequenas embarcações e já vitimou mais de 1,4 mil mulheres da Amazônia. Esse tipo de acidente é causado por conta da falta de proteção no eixo: ao se aproximarem do motor ou da hélice, as vítimas têm seus cabelos repentinamente puxados (ou seja, arrancados devido à intensidade da força). A forte rotação ininterrupta enrola os cabelos em torno do eixo e arranca todo ou parte do escalpo, inclusive as orelhas, sobrancelhas e, por vezes, uma enorme parte da pele do rosto e pescoço. Causa deformações graves e até mesmo a morte.

Na Amazônia este tipo de acidente é comum, devido o barco ser o transportado mais utilizado. O Amapá é um dos Estados da região com maior incidência e, por essa razão, a deputada Janete Capiberibe atuou na Câmara e conseguiu aprovar um projeto de lei autoria (transformado na Lei n° 11.970/09). A norma infraconstitucional prevê a realização de campanha de prevenção aos acidentes e a instalação de equipamentos de proteção aos eixos das embarcações.
Janete Capiberibe ainda defende a abertura de linha de crédito pelo governo federal para garantir navegação segura na Amazônia. A deputada quer que o governo conceda créditos para a instalação de pequenos estaleiros e a implantação de escolas de navegação fluvial em cada Estado amazônico.

Marinha promove cursos

A campanha em Macapá e Santana abrangerá, entre outras ações, a realização de inscrição, capacitação e instalação da proteção no eixo e volante das embarcações em momentos e locais diferentes.
Nos dias 10 e 11 a Marinha vai ao Arquipélago do Bailique, onde realizará curso para capacitar os integrantes do Batalhão Ambiental e voluntários com técnicas para instalar a proteção nos barcos ribeirinhos.  A força militar também vai oferecer o curso de condutor aquaviário aos donos de embarcações. Os que cumprirem a carga horária e forem aprovados receberão a habilitação da Marinha em até 30 dias. Nos dias 15 e 16 a Marinha vai capacitar voluntários e membros do Batalhão Ambiental no píer da Capitania de Santana.
Do dia 23 ao dia 30, as campanhas vão atender os locais para instalar a proteção no eixo e volante dos barcos são o píer da Capitania de Santana e o Igarapé das Mulheres. Ao mesmo tempo, os donos dos barcos podem registrá-los na Marinha do Brasil. A Associação das Mulheres Vítimas de Escalpelamento do Amapá está cadastrando embarcações na Capitania, no Porto de Santana, no Igarapé Fortaleza, no Igarapé das Mulheres, Pedrinhas e Canal do Jandi para que recebam a carenagem.
Dia 26 de abril, às 17 horas, na Capitania dos Portos de Santana, a Marinha do Brasil e as entidades parceiras realizam um evento para divulgar as campanhas preventivas à imprensa estadual e sensibilizar novos parceiros para que as ações possam prosseguir. A previsão é de que sejam instaladas 400 proteções no eixo e volante adquiridas com recursos de investimento social do Banco da Amazônia, Petrobrás e Transpetro.

fonte Agência Amazônia



Beiradão Urbano”, de Jimmy Christian, foi um dos projetos contemplado no edital de programação 2008. Esta exposição retrata, por meio de 20 obras, a vida, o cotidiano e toda a peculiaridade de um povo vindo do interior do Amazonas, que apresenta fortes características étnicas e culturais. “Nesse trabalho enfoquei os elementos com os quais esta população constrói os traços e laços de sua identidade. Estes laços com os elementos da natureza física, na produção de seu espaço geográfico, revelam que a construção de sua imagem é complexa e por vezes oposta às visões da modernidade”, explica Christian. 
            Já “Anauê” tem como tema as crianças amazônicas, indígenas, ribeirinhos e caboclos. Os 15 retratos, que fazem parte dessa exposição, revelam a diversidade de costumes, culturas, sonhos, idéias e potencial criativo e humano, não como dispositivos conceituais, mas como efeitos de uma multiplicidade cultural. Segundo a artista plástica “Anauê” e uma exposição fotográfica onde o povo amazônico terá um encontro de sua identidade como um bem cultural, a apresentação tem intuito de resgatar o referencial da identidade visual de um povo, ressalta Ruth Jucá, artista contemplada Proarte/2009.




via Governo AM

Serviço

O que: Abertura das exposições “Beiradão Urbano” e “Anauê"
Quando: Quinta-Feira (08/04), às 19h
Onde: Centro Cultural Palácio da Justiça



‘Anauê’ retrata crianças da Amazônia
A fotógrafa Ruth Jucá lança, na próxima quinta-feira (08), às 19h, no Palácio da Justiça (avenida Eduardo Ribeiro, Centro) sua mais nova exposição denominada “Anauê”, que terá quinze imagens artísticas de crianças amazônidas (indígenas, ribeirinhas e caboclas) nas mais diversas situações. A exposição é fruto do prêmio Proarte, da Secretaria de Estado de Cultura (SEC).
De acordo com a fotógrafa, a exposição Anauê – que em tupi-guarani significa a saudação olá! – traz o seu olhar sobre a diversidade de costumes, culturas, sonhos e ideais. “Pretendo mostrar o potencial criativo e humano, não como dispositivos conceituais, mas como efeitos de uma multiplicidade cultural”, explica Ruth, que acentua sua predileção em fotografar crianças. “Gosto de fotografar as crianças pela pureza incomparável. Faço esse trabalho há muitos anos e vou continuar fazendo”, completa. “As imagens foram captadas durante vários anos”.
Ruth já realizou três exposições individuais em Manaus e uma coletiva em São Paulo, em 2005. Ela explica que escolheu mostrar na exposição imagens coloridas, apesar de também ter feito fotos em preto e branco, por achar que as crianças devem ser retratadas de forma alegre.
Atuando na área desde 1997, Ruth assegura que, depois que Manaus ganhou diversos prêmios importantes, a fotografia produzida na cidade passou a ser vista de outra forma, não apenas no Brasil, mas no mundo. Entre os destaques da fotografia local ela cita o trabalho do Rafael Alves que, segundo ela, é um fotógrafo talentoso da nova geração. “Acho que o Rafael tem um olhar poético e artístico no fotojornalismo, o que torna as fotos dele especiais e com uma composição diferenciada”, analisa.
Ruth garante que encontra na fotografia um misto de poesia e filosofia visual que, segundo ela, é a maior característica de seu trabalho. Ela ressalta que ainda tem muitos planos em relação à fotografia. “Eu encontrei a felicidade na fotografia, por isso, pretendo dedicar toda minha vida a ela”, resume.


Histórico
 
Ruth Jucá começou a dedicar sua vida à fotografia em 1997. Além do fotojornalismo, ela atua nas áreas de  publicidade, arte e moda. Suas imagens ganharam prêmios e foram publicadas em livros, jornais nacionais e internacionais, revistas e coleções particulares. Em 2005 ganhou o prêmio de menção honrosa Cor, no concurso Leica. Em 2007 teve seu projeto “Duas margens - uma síntese do povo das águas” premiado pela Secretaria Municipal de Cultura do Amazonas. Ano passado, ganhou os prêmios Proarte e Paic. Atualmente coordena o curso de Fotografia à distância que a Secretaria de Estado de Cultura está implementando em 19 municípios do Amazonas. 


'Beiradão urbano', a Amazônia dos pobres de Jimmy Christian


Na periferia de Manaus, a fonte de inspiração que se transformou em obrigação: mostrar a vida dos beiradeiros /JIMMY CHRISTIAN
 Nuvens, correnteza e o salto do menino para apanhar a bola distante dele / JIMMY CHRISTIAN


BRASÍLIA – Duas crianças enfiadas em baldes plásticos, a menina ao lado de um cartaz esfarrapado da campanha política de algum candidato, um cão, um casebre. O cenário da cheia é comum em Manaus, mas enche os olhos de qualquer pessoa disposta a deixar por um minuto o mundo globalizado e penetrar na realidade periférica da capital do Estado do Amazonas.
Aos 37 anos, Jimmy Christian Pessoa Maciel começou a trabalhar no jornal A Crítica em 2003, sempre captando o cotidiano de Manaus com olhar de quem procura elementos desta cidade cabocla e indígena.
“Beiradão urbano”, em preto e branco, foi o nome escolhido para o ensaio fotoetnográfico que apresentará a partir desta quinta-feira, oito de abril, no Centro Cultural Palácio da Justiça. Paralelamente, a Secretaria de Cultura promove a mostra “Anauê”, de Ruth Jucá.
“Beiradão Urbano”, de Jimmy Christian foi um dos projetos contemplados no edital de programação 2008. São 15 fotos do cotidiano e toda a peculiaridade de um povo vindo do interior do Estado do Amazonas para a capital.
— Investigo os elementos com os quais o homem amazônico beiradeiro que vive nas margens dos principais igarapés no centro da cidade de Manaus constrói os traços de sua identidade — explica Maciel.
As características da vida dessa gente, seu modo de sobrevivência e suas percepções de mundo permeado pela água estão bem nítidas no trabalho que “Beiradão urbano” mostrará.
Seca, cheia e transformações
A baixa e a cheia dos rios impressionam. Em meados de outubro, no período da cheia, o Rio Negro alcança a sua cota mínima e em meados de junho, a máxima. Aí tudo se altera na paisagem ribeirinha.
Essas transformações antecedem ou acompanham a fotografia feita por Maciel, cujo interesse pela fotografia vem desde os anos 1990. Seu olhar de nativo chegou ao banco da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal do Amazonas, onde estudou. Nos anos 2000 o trabalho de Maciel começou a ser reconhecido. E premiado também (lista no final do texto).
No vaivém pelo beiradão, Maciel notou uma peculiaridade dessa população é que ela é composta majoritariamente de migrantes vindos do interior do Estado do Amazonas, apresentando fortes característica étnica cultural.
Maciel cursou fotografia no Senac e não largou mais. No curso de ciências sociais obteve nota máxima da bancada com a tese de monografia que leva o nome da exposição "Beiradão Urbano".
— Apesar das dificuldades, só agora estou conseguindo expor o trabalho que considero o mais profundo: uma visão clássica, porém, marcante de uma sociedade que passa despercebida aos olhos desse mundão cibernético e globalizado — diz, satisfeito.
por Montezuma Cruz 
 Pequeno agricultor leva saco de arroz ao barco, numa das margens do Rio Envira. Esta foto não está na Exposição / JIMMY CHRISTIAN

PRÊMIOS 
2004 — Fundou o Núcleo de Antropologia Visual do Amazonas (NAVI), por orientação da Doutora Selda Vale.
2005 — Foi finalista do 3° Concurso Cultural Fotográfico Leica-Agfa Fotografe, vencendo o 5° Prêmio ONIP (Organização Nacional da Indústria do Petróleo e Gás Natural), com a matéria “Aberta nova frente de exploração em Coari”, em A Crítica.  Ainda em 2005 promoveu a 1ª  exposição no encontro da Associação Brasileira dos Antropólogos Norte e Nordeste, na Universidade Federal do Amazonas com o tema: “Margeando”. Promoveu ainda “Aparas do dia”, na galeria Moacir de Andrade.
2006 — Concluiu o curso de Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas, com a tese “Beiradão Urbano”: uma fotoetnografia dos igarapés de São Raimundo e Cachoeira Grande. Abordou o cotidiano da comunidade ribeirinha que vive no grande centro urbano de Manaus. Venceu o concurso Assembléia Legislativa do Amazonas. Expôs na 2ª Mostra de filme etnográfico do espaço Ideal Clube com o tema “Ritual da Tukandeira”.  
2009 — Venceu o Foto ArteBrasília, na categoria Antropologia e Cultura.
2010 — Recebeu homenagem do Clube de fotografia “A escrita da luz”. Foi destaque “Melhor fotógrafo do Amazonas de 2009”.

SERVIÇO
Centro Cultural Palácio da Justiça
Avenida Eduardo Ribeiro nº 833 Manaus (AM)
bpublica@culturamazonas.am.gov.br
Telefone: (92) 3248-1844


O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) afirmou em discurso que, apesar das afirmações do governo federal, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão muito atrasadas. Segundo ele, das 417obras, só 66 foram concluídas (15,8%), faltando apenas nove meses para terminar o governo Lula. Conforme o senador, o presidente da Associação Amazonense de Municípios, Jair Souto, afirmou à imprensa que a morosidade do PAC, "com obras indispensáveis, mas que nem saíram do papel", prejudica principalmente os municípios.
- Os baixos índices de conclusão das obras do PAC evidenciam a incompetência gerencial do governo Lula - disse o senador do Amazonas.
No mesmo discurso, Arthur Virgílio apresentou requerimento para que o Senado realize uma sessão especial para homenagear o jornalista e cronista esportivo Armando Nogueira, que morreu no último de 29, de câncer. Ele leu em plenário poema do jornalista, escrito para o 40º aniversário do Maracanã e que está impresso em uma placa no estádio.
Virgílio apresentou voto de aplauso ao general de Brigada Racine Bezerra Lima Filho, que deixou nesta quinta-feira (8) o comando da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, de Tefé (AM). Ele também cumprimentou o novo comandante, general de Brigada Pedro Antônio Fioravante Silvestre Neto. O senador afirmou que a Brigada de Selva é fundamental para a defesa e a soberania da Amazônia e só não viajou para Tefé, para presenciar a troca de comando, devido aos seus compromissos, em Brasília, como líder do PSDB.
Em requerimento, Virgílio cumprimentou Judith Alves de Souza, de Manaus, pelo 80º aniversário. Informou que ela trabalha como secretária de Assistência Social da Sociedade Auxiliadora Feminina, que dá apoio a comunidades ribeirinhas de Maués (AM). O senador saudou ainda a população de Jutaí, no Sudoeste do Amazonas, pelo aniversário de criação da cidade.

[Foto: senador 
Arthur Virgílio (PSDB-AM) ]
O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) pediu que a Marinha do Brasil e as Capitanias dos Portos passem a fiscalizar os navios que saem do Rio Amazonas com destino à Europa. Arthur Virgílio lembrou que, no final do mês passado, denunciou que navios estavam contrabandeando água dos rios da Amazônia.
A fiscalização deve se dar no lastro dos navios, afirmou o senador. A sugestão foi feita pelo capitão da Marinha Mercante Celso Couto. A água contrabandeada, de acordo com a denúncia, seria engarrafada na Europa e no Oriente Médio. O senador pediu uma audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) sobre o assunto.
No mesmo pronunciamento, Arthur Virgílio pediu ao governo federal "um tratamento decente" para o Hospital Universitário Getúlio Vargas, em Manaus. Afirmou também que se tornou sua obsessão a construção do Hospital da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), para o qual destinou emenda parlamentar no valor de R$ 35 milhões.
O parlamentar pediu ainda a votação de proposta de emenda à Constituição (PEC 17/08) que prorroga os incentivos fiscais concedidos para empresas instaladas na Zona Franca de Manaus. Ele pediu que a PEC seja votada com muita discussão, mas com quebra de interstícios, o que apressará sua aprovação.
Arthur Virgílio comemorou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de projeto que autoriza a criação de mais quatro tribunais regionais federais no Brasil, um deles em Manaus.
No Dia do Jornalista, o parlamentar protestou pelo fato de o jornal O Estado de S. Paulo estar ainda sob censura.
No Dia Mundial da Saúde, Arthur Virgílio informou que recente pesquisa indicou que 82% da população do Amazonas se consideram dotados de boa ou muito boa saúde, apesar de 25% serem portadores de doenças crônicas.
O senador pediu votos de aplauso para a fotógrafa Rute Jucá, que inaugurou sua exposição, Anauê; para o diretor Sérgio Andrade, que começa a filmar, na cidade de Presidente Figueiredo, o curta Cachoeira, um dos 20 contemplados no Edital do Ministério da Cultura; para o jornalista Paulo Ricardo Oliveira, que estreou coluna sobre artes marciais no jornal A Crítica; e voto de pesar pela morte do tenente-coronel Sergio Correia Portella, durante a prova de natação Travessia dos Fortes, no último final de semana, no Rio de Janeiro.

Dono viaja cinco meses por ano pela Amazônia.
Acervo encanta antropólogos e apreciadores de arte, diz.

 
Marcelo Freitas conta que passa entre 4 e 5 meses por ano viajando pela Amazônia para conseguir suas mercadorias. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia) 


Além das belas praias formadas pelas águas límpidas do Rio Tapajós, os visitantes da vila de Alter do Chão, em Santarém (PA), se surpreendem também com uma loja que reúne um acervo único de arte indígena. São centenas de peças originais de mais de 80 distintos povos amazônicos.
Há exemplares do banquinho típico dos índios tukano, redes, colares, vasos de diferentes tipos de cerâmica, máscaras com formas de animais, cestas, tecidos, armas, remos, entre outros tipos de ornamentos e artesanatos.
Para reunir o acervo, o dono do local, o paulista Marcelo Freitas, um “antropólogo autodidata", como brinca, passa quase metade de seus dias viajando pela floresta para negociar diretamente com os povos indígenas.
Segundo conta, às vezes o negócio é fechado em dinheiro, e outras acontece na base do escambo. “Levo alguma coisa de que eles estejam precisando”, diz.
Marcelo diz que só vende material autêntico encontrado nas aldeias. “Nunca encomendo ou digo para mudarem alguma peça”, afirma.
Já são 11 anos percorrendo as aldeias e fazendo amizade com os índios. “Sou convidado pelas próprias lideranças, não pela Funai”, explica.
Sua loja conta com muitos clientes estrangeiros que vêm a bordo de cruzeiros amazônicos, mas também faz vendas pela internet. “Os antropólogos babam quando vêm aqui”, conta, em meio à sua rara coleção.

Globo Amazônia
03. Abr.2010
via Folha do Progresso


Loja em Alter do Chão parece um museu de cultura indígena. 


Banquinho de madeira é objeto sagrado na mitologia de índios do AM

Segundo os tukanos, Deus estava sentado nele quando criou o homem.
Arte de produzir o móvel passa de geração em geração.




Na mitologia dos índios tukanos, que vivem no noroeste do Amazonas, um banquinho de madeira é considerado um objeto sagrado. Pela lenda desses indígenas, Deus estava sentado num banco quando resolveu criar o homem.

Só que o banco de “ãmakõ nhecã”, o avô do universo em tukano, era de quartzo e feito num piscar de olhos celestiais. Reproduzir um móvel desses, à imagem e semelhança do banco de Deus, dá muito trabalho, a começar pela procura da madeira, nem sempre disponível perto de casa.
O banco, para nós, para ser o símbolo dos tukanos, ele dá o poder de autoridade, dá o poder de ser um grande pensador, e ter uma grande responsabilidade”, explica Maximiliano Menezes, diretor da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn).

Pelo Rio Tiquié, Celestino Resende, artesão tukano, procura uma parente da seringueira, a soveira, árvore de madeira macia. O manejo é rigoroso e tem autorização da Funai e do Ibama. Uma só árvore serve de matéria-prima para mais de vinte banquinhos.

O artesanato que faz dos tukanos os grandes mestres do entalhe do Alto Rio Negro é feito a machadadas. Os banquinhos são esculpidos nos blocos de madeira maciça. O mestre Celestino vai fazendo o pamarirrori, o delicado desenho que reproduz, no assento, a pelagem dos animais da floresta. Ele leva um dia inteiro para fazer um banco.

Sua família faz esses pequenos assentos há incontáveis gerações. “Desde aonde nasceu essa história do banco, veio passando até chegar aqui a nossa vez”, conta. O pai de Celestino, Aprígio, diz em tukano que o banco de Deus torna o homem sábio.

Com a produção desses banquinhos ainda não dá pra ganhar dinheiro, embora eles já tenham até sido vendidos em shoppings de decoração de São Paulo.

Mas os índios pensam em incrementar a produção. “Temos que buscar nossa autonomia, essa autonomia tem partir da gente. Nós mesmos é que temos que trabalhar, produzir, vender e ter nossas coisas”, comenta Menezes.

via Globo Amazônia
11/08/09
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