«Estamos aqui para trazer um recado, uma mensagem sobre o que as comunidades indígenas tradicionais passam, neste momento, debaixo da floresta. E o que é pior é que nós não somos culpados desse sofrimento», salientou Manuel Cunha.
O activista ambiental pediu também que, nesta negociação, entre em vigor um novo mecanismo. Os seringueiros querem ser «reconhecidos, valorizados e recompensados pelo trabalho que fazem». Isto é, o grupo quer financiamento pela chamada redução das emissões por combate à desflorestação e à degradação. Os activistas pedem que a função da floresta como sumidouro de dióxido de carbono passe a ser compensada com notas verdes.
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via TSF
























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